segunda-feira, 21 de abril de 2014
A Zoofilia no cinema: Caniche (1979)
Título em português: Caninos
Diretor: Bigas Luna
Elenco: Àngel Jové, Consol Tura, Miguel Avilés, Manuel Cazorla, Werner Delil, Sara Grey.
Ano de produção: 1979
Gênero: Drama
Duração: 90 minutos
Sinopse: Bernardo e Eloisa são dois irmãos que vivem em uma casa que outrora fora bela e luxuosa, às custas de sua idosa tia Lina. Os dois esperam ansiosamente pela morte dela para que possam herdar sua fortuna e voltarem a ser prósperos mas, enquanto isso, eles levam uma existência mórbida, dedicado às suas obsessões e manias.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
A zoofilia na literatura
Dentro da literatura erótica foram escritos muitos livros cujo tema principal é o relacionamento de pessoas com animais. A seguir publicamos as capas de alguns dos principais livros que abordaram essa temática:
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Biografia: Utagawa Kunisada
Utagawa Kunisada (歌川 国貞), tambén conhecido como Utagawa Toyokuni III (三代歌川豊国) (1786-1864) foi um pintor japonês da escola Utagawa, discípulo de Utagawa Toyokuni. Seu nome de nacimento era Sumida Shōgorō IX (角田庄五朗), e também era conhecido como Sumida Shōzō (角田庄蔵). Adotou como nome artístico Kunisada e, depois da morte de seu mestre, Toyokuni III.
Se especializou no gênero de atores yakusha-e, mas também realizou bijin-ga (retratos de damas e cortesãs), com um realismo cru e um estilo enérgico, mas de um colorido um tanto monótono. Sua obra foi abundante, sendo um dos melhores representantes dos quadros de atores, pelo que recebeu o apelido Yakusha-e no Kunisada («Kunisada que pinta quadros de atores»).
É de sua autoria a xilogravura de impressão de estilo ukiyo-e pertencente a série "Oito heróis caninos da Casa de Satomi", de 1837, reproduzida abaixo:
Fonte: Wikipédia
Se especializou no gênero de atores yakusha-e, mas também realizou bijin-ga (retratos de damas e cortesãs), com um realismo cru e um estilo enérgico, mas de um colorido um tanto monótono. Sua obra foi abundante, sendo um dos melhores representantes dos quadros de atores, pelo que recebeu o apelido Yakusha-e no Kunisada («Kunisada que pinta quadros de atores»).
É de sua autoria a xilogravura de impressão de estilo ukiyo-e pertencente a série "Oito heróis caninos da Casa de Satomi", de 1837, reproduzida abaixo:
Fonte: Wikipédia
sábado, 8 de junho de 2013
A zoofilia no cinema: As Heroínas do Mal (1979)
Sinopse: Filme composto de três contos sobre três mulheres, em três épocas diferentes. O primeiro é "Marguerita", que questiona se o pintor renascentista Rafael Sanzio teria mesmo morrido de uma gripe ou de prazer. "Marceline" é sobre uma jovem que até os 14 anos não amou ninguém a não ser o seu gordo coelho Souci. "Marie" tem como cenário uma Paris moderna, onde a mulher de um rico colecionador de arte é raptada por um gângster. O cão do marido toma a iniciativa de salvá-la.
• Direção: Walerian Borowczyk
• Roteiro: Walerian Borowczyk, André Pieyre de Mandiargues (estória)
• Gênero: Drama
• Origem: França
• Duração: 109 minutos
Elenco: Marina Pierro (Margherita Luti), Gaëlle Legrand (Marceline Cain), Pascale Christophe (Marie).

Gaëlle Legrand (como Marceline Cain) estrela o segundo conto
quinta-feira, 6 de junho de 2013
A zoofilia na história
Claudine de Culam (1585 - 1601)
Claudine de Culam (Rozay-en-Brie (Île-de-France); 1585 - ídem; 1601), jovem francesa, sentenciada à forca e logo queimada junto ao cachorro com o qual mantinha relações sexuais (zoofilia). É a primeira referência de um caso de pena de morte por este motivo.
O relato dos fatos a seguir está baseado na sentença que foi ditada pelo Parlamento em 15 de outubro de 1601.
Na terça-feira, 7 de setembro de 1601, a pedido da denúncia apresentada pelo Ministério Público de Rozay-en-Brie, o juiz e o prefeito da cidade fizeram comparecer diante deles a acusada que, por se recusar a comparecer voluntariamente, teve que ser apreendida por oficiais do tribunal. A acusação formal era a de que ela havia copulado com um cachorro.
Quando perguntada sobre o seu nome, idade e profissão, disse chamar-se Claudine de Culam, ter 16 anos e trabalhar como empregada doméstica na casa do prior de Revecourt, cujo serviço estava exercendo há quatro anos. Perguntada então se ela tinha tido cópula carnal com um cão branco com manchas pretas, que lhe foi mostrado, disse que não sabia o que aquilo significava.
Na quarta-feira, 15 de setembro, compareceram as testemunhas que acusavam Claudine.
A primeira testemunha, David Bonamy, hoteleiro desta cidade, disse que no dia da festa de San Luis estava visitando Revecourt e, passando pelo pátio, viu a empregada em copulação carnal com o cão branco mas, sem se atrever a dizer nada ao prior, falou apenas com Jeanne Dubois, viúva de Culam, que não acreditou nele, alegando que sua filha era muito inocente para fazer isso e que, certamente, estava equivocado.
A segunda testemunha, Marie Neufbois, esposa de Mathieu Gourdim, ferreiro, disse que tinha visto no final de agosto passado a Claudine tocando e acariciando entre as patas traseiras do cachorro branco de um modo indecente e que, indignada, havia criticado sua atitude.
A terceira testemunha, Nicolas Perrautelle, servo do prior, afirmou que, em 1 de setembro, ao entrar no quarto do senhor Prior, encontrou Claudine deitada em seu leito de descanso, e que o cachorro estava em cima dela. Mas, quando o viu entrar, ela afastou o cão e baixou sua saia. O cachorro continuou insistindo e tentando levantar sua saia com seu focinho e Nicolas, aproximando-se do animal, acertou um chute nele. Com o golpe, o animal saiu uivando e mancando, o que fez Claudine gritar: "Por que bate no meu cão e se mete em meus assuntos?" Depois disso, Nicolas respondeu que era vergonhoso que ela fizesse coisas tão indecentes, especialmente com um cão.
Na sexta-feira, 17 de setembro, compareceu no tribunal Jeanne Dubois, viúva de Culam e vizinha de Rozay a qual, depois de fazer o juramento adequado, disse que sua filha Claudine era inocente, sensível e sem malícias, que era a inveja o que havia movido as testemunhas a declararem contra ela e que, com relação ao que foi dito por Nicolas Perrautelle, todo o pessoal na casa do senhor Prior sabia que ele estava apaixonado por Claudine, mas que ela não ligava para ele. Depois disso, Jeanne pediu ao tribunal que sua filha fosse examinada por uma parteira e que informassem o que realmente aconteceu.
A ordem judicial foi dada à parteira Jeanne L. Picarde, viúva de Thomas Brehault, que, acompanhada por Genoveva, esposa de André Girard, o boticário e Guillemeutte, esposa de Michel F., cirurgião, em 21 de setembro, foram examinar Claudine e relatar, em seguida, os resultado aos juízes.
O depoimento das três mulheres, depois de terem prestado juramento para dizerem a verdade, foi que elas levaram Claudine e o cão branco, com o qual era acusada de ter copulado carnalmente, à uma sala, mas que, depois de terem tirado as roupas de Claudine para ver se havia coabitado com um homem, o cachorro pulou em cima dela e tentou copular. Assim se confirmou que eles tiveram relações sexuais e que "teria havido uma nova relação se não tivessem agido para evitar isso". Depois disso vestiram Claudine e relataram o que viram segundo a verdade e sua consciência.
Levada em 22 de outubro a presença de seus juízes e, depois de terem lido os depoimentos das testemunhas e o relatório das três parteiras, a acusada se ajoelhou e confessou ter tido relação carnal com o cachorro e que ela merecia ser punida, mas afirmou que estava grávida de três meses e rogou ao tribunal que adiasse o julgamento e a execução até que ela tivesse dado à luz. Em seguida os juízes enviaram a acusada para a prisão em resposta às conclusões do Ministério Público.
Ordenado pelo tribunal a análise de Claudine pelas três parteiras para determinar se era certo o seu estado de gravidez, o informe foi negativo.
A corte do Parlamento retificou a sentença no sentido de que Claudine, condenada confessa do crime de bestialismo com seu cão, seria enforcada na praça principal de Rognon, juntamente com o cão, os seus corpos seriam logo lançados ao fogo e suas cinzas lançadas ao vento, a fim de que não ficasse nenhum vestígio possível desses dois seres que praticaram atos vergonhosos e que a humanidade nunca os recordasse.
Fonte: Wikipédia (em espanhol)
Claudine de Culam (Rozay-en-Brie (Île-de-France); 1585 - ídem; 1601), jovem francesa, sentenciada à forca e logo queimada junto ao cachorro com o qual mantinha relações sexuais (zoofilia). É a primeira referência de um caso de pena de morte por este motivo.
O relato dos fatos a seguir está baseado na sentença que foi ditada pelo Parlamento em 15 de outubro de 1601.
Na terça-feira, 7 de setembro de 1601, a pedido da denúncia apresentada pelo Ministério Público de Rozay-en-Brie, o juiz e o prefeito da cidade fizeram comparecer diante deles a acusada que, por se recusar a comparecer voluntariamente, teve que ser apreendida por oficiais do tribunal. A acusação formal era a de que ela havia copulado com um cachorro.
Quando perguntada sobre o seu nome, idade e profissão, disse chamar-se Claudine de Culam, ter 16 anos e trabalhar como empregada doméstica na casa do prior de Revecourt, cujo serviço estava exercendo há quatro anos. Perguntada então se ela tinha tido cópula carnal com um cão branco com manchas pretas, que lhe foi mostrado, disse que não sabia o que aquilo significava.
Na quarta-feira, 15 de setembro, compareceram as testemunhas que acusavam Claudine.
A primeira testemunha, David Bonamy, hoteleiro desta cidade, disse que no dia da festa de San Luis estava visitando Revecourt e, passando pelo pátio, viu a empregada em copulação carnal com o cão branco mas, sem se atrever a dizer nada ao prior, falou apenas com Jeanne Dubois, viúva de Culam, que não acreditou nele, alegando que sua filha era muito inocente para fazer isso e que, certamente, estava equivocado.
A segunda testemunha, Marie Neufbois, esposa de Mathieu Gourdim, ferreiro, disse que tinha visto no final de agosto passado a Claudine tocando e acariciando entre as patas traseiras do cachorro branco de um modo indecente e que, indignada, havia criticado sua atitude.
A terceira testemunha, Nicolas Perrautelle, servo do prior, afirmou que, em 1 de setembro, ao entrar no quarto do senhor Prior, encontrou Claudine deitada em seu leito de descanso, e que o cachorro estava em cima dela. Mas, quando o viu entrar, ela afastou o cão e baixou sua saia. O cachorro continuou insistindo e tentando levantar sua saia com seu focinho e Nicolas, aproximando-se do animal, acertou um chute nele. Com o golpe, o animal saiu uivando e mancando, o que fez Claudine gritar: "Por que bate no meu cão e se mete em meus assuntos?" Depois disso, Nicolas respondeu que era vergonhoso que ela fizesse coisas tão indecentes, especialmente com um cão.
Na sexta-feira, 17 de setembro, compareceu no tribunal Jeanne Dubois, viúva de Culam e vizinha de Rozay a qual, depois de fazer o juramento adequado, disse que sua filha Claudine era inocente, sensível e sem malícias, que era a inveja o que havia movido as testemunhas a declararem contra ela e que, com relação ao que foi dito por Nicolas Perrautelle, todo o pessoal na casa do senhor Prior sabia que ele estava apaixonado por Claudine, mas que ela não ligava para ele. Depois disso, Jeanne pediu ao tribunal que sua filha fosse examinada por uma parteira e que informassem o que realmente aconteceu.
A ordem judicial foi dada à parteira Jeanne L. Picarde, viúva de Thomas Brehault, que, acompanhada por Genoveva, esposa de André Girard, o boticário e Guillemeutte, esposa de Michel F., cirurgião, em 21 de setembro, foram examinar Claudine e relatar, em seguida, os resultado aos juízes.
O depoimento das três mulheres, depois de terem prestado juramento para dizerem a verdade, foi que elas levaram Claudine e o cão branco, com o qual era acusada de ter copulado carnalmente, à uma sala, mas que, depois de terem tirado as roupas de Claudine para ver se havia coabitado com um homem, o cachorro pulou em cima dela e tentou copular. Assim se confirmou que eles tiveram relações sexuais e que "teria havido uma nova relação se não tivessem agido para evitar isso". Depois disso vestiram Claudine e relataram o que viram segundo a verdade e sua consciência.
Levada em 22 de outubro a presença de seus juízes e, depois de terem lido os depoimentos das testemunhas e o relatório das três parteiras, a acusada se ajoelhou e confessou ter tido relação carnal com o cachorro e que ela merecia ser punida, mas afirmou que estava grávida de três meses e rogou ao tribunal que adiasse o julgamento e a execução até que ela tivesse dado à luz. Em seguida os juízes enviaram a acusada para a prisão em resposta às conclusões do Ministério Público.
Ordenado pelo tribunal a análise de Claudine pelas três parteiras para determinar se era certo o seu estado de gravidez, o informe foi negativo.
A corte do Parlamento retificou a sentença no sentido de que Claudine, condenada confessa do crime de bestialismo com seu cão, seria enforcada na praça principal de Rognon, juntamente com o cão, os seus corpos seriam logo lançados ao fogo e suas cinzas lançadas ao vento, a fim de que não ficasse nenhum vestígio possível desses dois seres que praticaram atos vergonhosos e que a humanidade nunca os recordasse.
Fonte: Wikipédia (em espanhol)
A zoofilia no cinema: Bestialità (1976)

Bestialità (1976)
Direção: Peter Skerl (como Virgilio Mattei).
Roteiro: Luigi Montefiori, Peter Skerl e Giuliana Gamba.
Fotografia: Giuseppe Berardini.
Elenco: Philippe March, Juliette Mayniel, Enrico Maria Salerno, Paul Muller.
Sinopse: A jovem Janine está de férias em uma ilha no Mediterrâneo e testemunha sua mãe fazendo sexo com o cachorro da família. Quando o pai descobre, ele queima o cão vivo. Ela fica tão traumatizada com esses incidentes que mais tarde se transforma em uma ninfomaníaca. Ela se muda para uma ilha, onde vive com seu próprio cão e mantém relações sexuais com várias pessoas que a visitam.
Comentário: O diretor e roteirista sueco Peter Skerl nasceu em 20 de janeiro de 1942. Considerado um dos nomes mais misteriosos do cinema de gênero da Itália, Skerl fez apenas um filme e depois abandonou o mundo do cinema. Ele estreou como ator de teatro quando tinha 17 anos, passou a dirigir peças e posteriormente dedicou-se ao cinema.
Em 1968 Skerl participou do Festival da Escandinávia e ali encontrou Ingmar Bergman, seu grande mestre. Com o cineasta sueco Skerl trabalhou como diretor de segunda unidade nos filmes "A Hora do Lobo" e "Vergonha".
Mais tarde, ele decidiu se mudar para a Itália para realizar o seu grande sonho de se tornar cineasta. Depois de trabalhar na Alemanha, escrevendo o roteiro de "Ragazza tutta nuda assassinata nel parco", de Alfonso Brescia, Skerl dirigiu o seu primeiro filme, Bestialità, um grande sucesso de público na época.
Depois de recusar vários roteiros para fazer filmes eróticos (graças ao sucesso do seu primeiro longa), Skerl se dedicou a dublagem, trabalhando no clássico "Cenas de um Casamento", de Bergman, que traduziu do sueco para o italiano e, em seguida, abandonou o mundo do cinema após deixar um projeto inacabado intitulado Zoorastia, filme que nunca foi terminado devido a problemas financeiros.
Skerl atualmente vive em Los Angeles.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
A zoofilia no cinema: A Besta (1975)
A Besta é um filme francês de 1975, dirigido por Walerian Borowczyk e produzido por Anatole Dauman (o mesmo produtor de "Hiroshima, meu amor").
Sinopse: Uma família nobre com problemas econômicos, espera ansiosa pela chegada de Lucy Broadhurst, filha de um rico burguês. O casamento de Lucy com o herdeiro da família, o excêntrico Mathurin, poderia ajudá-los a melhorar sua situação. Quando a garota chega ao local, fica muito interessada pelas histórias de Romilda de l´Espérance, uma antepassada de seu futuro marido. Segundo a lenda, Romilda havia mantido relações sexuais com uma misteriosa besta que se escondia nos boques que cercam o grande castelo.
O filme é uma análise 'freudiana' dos mitos "A Bela e a Fera" e "Chapeuzinho Vermelho". O grande diretor franco-polonês Borowczyk (1923-2006) percebe que a única coisa que diferencia os seres humanos dos outros animais é a capacidade de raciocínio e por isso, segundo ele, as pessoas apresentam os mesmos instintos sexuais das bestas. O filme causou polêmica logo na estréia, por mostrar uma cópula eqüina em primeiro plano na cena de abertura. Muitos espectadores saíram da sala indignados.
Título Original: La Bête
Diretor: Walerian Borowczyk
Elenco / Intérprete: Sirpa Lane, Lisbeth Hummel, Elisabeth Kaza, Guy Tréjan,Roland Armontel
Ano e País de Produção: 1975 - França

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